Bebida, nosso fígado também sente

Todos sabemos que o álcool pode ser prejudicial se consumido em excesso, mas você sabia que a mulher é mais sensível à ação do álcool? Por isso, mesmo consumindo a mesma quantidade de bebida alcoólica que um homem, estudos mostram que este processo poderá ser mais prejudicial ao fígado da mulher. Estudos ainda mostram que em altas doses, a ingestão de álcool pode gerar uma doença hepática (hepatite, cirrose, etc).

Estas doenças hepáticas tendem a se agravar no processo de menopausa da mulher, com as alterações hormonais. Logo, consumir bebida alcoólica sempre com moderação é fundamental não só para seu bem-estar, mas também para o seu fígado! Ele agradece!

Dra. Márcia A. Faria Padua
Reprodução Humana
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Alimentação na Gestação – Cuidados!

A gestação também é um momento de cuidados com a alimentação, pois aumenta a necessidade de diversos nutrientes, essenciais para garantir a saúde tanto da mãe quanto do bebê.

Você sabia que uma alimentação adequada, que elimina fatores tóxicos, químicos e alérgicos, implicará diretamente no crescimento e desenvolvimento saudável da criança que está sendo gerada? Minimizando inclusive o surgimento de doenças nas próximas gerações?

Alimentar-se bem durante a gravidez é uma forma de amor que você pode dedicar ao seu filho.

Cristiane Moraes Maia

Nutricionista

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Descobri que estou com Câncer. E agora?

Este primeiro impacto nunca é fácil, pois infelizmente a desinformação leva a pessoa a crer que não há cura. Isso não é verdade! As estatísticas nos mostram que as possibilidades de cura estão diretamente relacionadas com tempo em que o tumor é detectado no paciente. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais chances do tratamento dar certo!

No caso de câncer de endométrio, por exemplo, o diagnostico geralmente é inicial, pois o principal sintoma é o sangramento! Nesses casos, após a cirurgia e, em algumas situações, químo e radioterapia, a taxa de cura é alta, mais de 80%.

Aqui na Clínica Synesis, temos uma equipe multidisciplinar que auxilia nosso paciente não só no tratamento médico em si, mas também em outras terapias complementares importantes neste período, como psicóloga, nutricionista e até acupuntura.

O mais importante é saber que você pode contar com o apoio de profissionais capacitados e, principalmente, com as pessoas que te fazem bem. É hora de levantar a cabeça e encarar a doença da melhor forma, pois será uma ótima chance de encarar a vida de uma nova maneira. Isso pode acontecer com qualquer pessoa.

Dra. Maria Beatriz Faria
Endometriose/Oncologia

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Quero engravidar em 2019. E agora?

A maternidade é um momento único na vida da mulher e, atualmente, é cada vez mais comum que também seja planejado. Acompanho diariamente no consultório muitas pacientes que desejam realizar o sonho de ser mãe, mas não sabem por onde começar.

Listei abaixo algumas orientações que reduzem o risco de efeitos adversos tanto na paciente quanto no feto e, consequentemente, no recém-nascido.

✔Realização de exames hormonais e doenças infecto contagiosas;

✔Vacinas necessárias;

✔Avaliação de exames do parceiro (como hormonais, doenças infecto contagiosas e espermograma);

✔Avaliação de doenças crônicas, como: diabetes, hipertensão, doenças psiquiátricas e doenças da tireóide, pois elas têm implicações nos resultados da gravidez, assim como as medicações utilizadas, e devem ser avaliadas antes da gestação.

Este aconselhamento pré-gestacional deve ocorrer várias vezes durante a vida reprodutiva da mulher, respeitando cada fase e idade. Aconselhar as pacientes sobre intervalos ideais entre as gravidezes também é de extrema importância para reduzir futuras complicações. E por fim, é sempre aconselhável que o casal que pretende engravidar procure seu médico obstetra ou especialista em reprodução, para que sejam orientados adequadamente!
Dra. Márcia A. Faria Padua
Reprodução Humana
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Pólipo de endométrio

Pólipo endometrial é uma achado comum em ultrassonografias transvaginais. Consiste em uma projeção de tecido normal do endométrio para dentro da cavidade uterina. Ele pode ser assintomático ou causar sintomas como sangramento e infertilidade, porém, a principal preocupação quanto a eles é a possibilidade de se tratar de um câncer de endométrio. Esse diagnóstico é RARO, 1 a 2% dos pólipos são malignos em mulheres pré-menopausa e assintomáticas, chegando a 5% em mulheres após a menopausa e sintomáticas. Assim, todo pólipo deve ser retirado!

Dra. Maria Beatriz Faria Endometriose / Oncologia Clínica Synesis ⠀
(11) 3721-1797 ⠀
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CISTO DE MAMA

Os cistos mamários, frequentes, em mulheres entre 35 e 50 anos, são nódulos contendo líquido.

Geralmente, eles desaparecem após a menopausa, a menos que a mulher esteja fazendo reposição hormonal. Podem ser únicos ou múltiplos, pequenos ou maiores, chegando a ser palpáveis.

Podem aumentar em número e tamanho no período pré-menstrual e serem associados à dor mamária. São parte de uma doença mamária benigna chamada Doença Fibrocistica Benigna da Mama e não se tornam malignos.

Geralmente não é necessário nenhum tipo de tratamento nem seguimento. No entanto, se um cisto for grande ou desconfortável, poderá ser drenado com uma agulha. O procedimento é realizado pelo médico geralmente com auxílio do ultrassom e se chama PAAF (punção aspirativa com agulha fina). O líquido de aspecto claro, escurecido ou esverdeado pode ser eliminado sem posterior análise. Os líquidos de aspecto hemorrágico devem ser avaliados por citologia bem como os cistos recidivantes e aqueles que após puncionados não desaparecem e apresentam conteúdo sólido residual.

Dra. Juliana Pierobon (FMUSP) ⠀
Mastologista ⠀⠀
Clínica Synesis (11) 3721-1797 ⠀⠀
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Autoexame das mamas

A Sociedade Brasileira de Mastologia indica o auto-exame apenas como autoconhecimento, uma busca para conhecer o próprio corpo e manter a saúde mamária.
Deve ser feito 7 dias após a menstruação (para mulheres que menstruam) ou escolher sempre o mesmo dia do mês (para mulheres que não menstruam). Estudos recentes evidenciam que o auto-exame não reduz a mortalidade pelo câncer de mama, no entanto permite que alterações importantes sejam reconhecidas.

Procure um mastologista em caso de identificação de nódulos, vermelhidão, pele endurecida, feridas que não cicatrizam, coceiras que não melhoram, dor ou saída de líquido do bico do peito para esclarecimento da sua origem.

A informação é sempre a nossa melhor aliada na prevenção e detecção do câncer de mama.

Dra. Flávia Purcino, Mastologista ⠀
Clínica Synesis (11) 3721-1797 ⠀
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CALCIFICAÇÕES NA MAMOGRAFIA

As calcificações mamárias são depósitos de cálcio que se mobilizam do sangue para os tecidos e após sofrerem alterações do pH fixam-se sob a forma de sais de cálcio.

Isso ocorre na maioria das mulheres como um processo normal de envelhecimento dos tecidos mamários. Normalmente, esses cristais não causam dor ou desconforto e não necessitam de tratamento.A maioria das calcificações são benignas e o exame de mamografia, que identifica tais alterações, recebe uma categoria ACR_BIRADS 2.

Cerca de 25% dessas calcificações podem ser suspeitas para malignidade. Se as calcificações estiverem agrupadas e esses agrupamentos apresentarem formatos e tamanhos diferentes (calcificações amorfas ou pleomorficas) existe uma chance de malignidade, e a categoria do exame de mamografia será ACR-BIRADS 4 ou 5.

O diagnóstico final será definido através de biópsia mamária de agulha grossa, que pode ser guiada pela própria mamografia (procedimento denominado de estereotaxia).

Quando tais calcificações são mesmo câncer de mama, ele estará em fase inicial e não será palpável. Com um tratamento adequado, as chances de cura são em torno de 100%.

Dra. Juliana Pierobon (FMUSP) ⠀

Mastologista ⠀⠀

Clínica Synesis (11) 3721-1797 ⠀⠀

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Câncer de mama em homens

O câncer de mama não é uma doença exclusiva do sexo feminino. A cada 100 casos em mulheres 1 homem também é diagnosticado.
A média de idade ao diagnóstico é de 67 anos, mais elevada quando comparada à mulher.
Os principais fatores de risco são Síndrome de Klinefelter (XXY), mutações genéticas patogênicas (principalmente do BRCA2 e BRCA1, em menor escala), além de idade, história familiar, uso de hormônios ou anabolizantes, alcoolismo, obesidade e exposição à radiação.
A identificação de um caso de câncer de mama masculino na família é fator para se suspeitar da presença de mutação e o estudo genético deve ser indicado. Cerca de 20% dos homens com câncer de mama têm parentes de primeiro ou segundo grau do sexo feminino ou masculino com a doença.
Nos homens, o nódulo palpável atrás da aréola é o principal achado clínico, mas outras alterações como abaulamento, retração, fluxo papilar e dor na mama também podem acontecer. O simples aumento da glândula mamária, chamada ginecomastia, é condição benigna que deve ser excluída.
A investigação é similar ao câncer em mulheres, com realização de mamografia e biópsia e o tratamento é individualizado.
Oriente familiares sobre esta doença e vamos acabar com o preconceito e falta de informação que fazem o câncer de mama em homem ser diagnosticado, em sua maioria, em estágio avançado.

Dra. Flávia Purcino, Mastologista ⠀
Clínica Synesis (11) 3721-1797 ⠀
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Reposição hormonal após câncer, pode?

O uso de reposição hormonal, com estrogênio e progesterona, é possível em muitos casos de pacientes que sobreviveram ao câncer! Essa segurança deve ser analisada caso a caso por profissional especializado, porém, existem algumas diretrizes gerais.
Nos casos de câncer de ovário, por exemplo, está liberada a reposição hormonal na maioria dos casos.
O uso de hormônio é excelente para aumentar a qualidade de vida e diminuir outras patologias associadas, principalmente em pacientes jovens.
Se você é uma sobrevivente do câncer, converse com seu ginecologista.

(Menopausal Hormone Therapy in Gynecologic Cancer Survivors: A Review of the Evidence and Practice Recommendations, CLINICAL OBSTETRICS AND GYNECOLOGY 2018)

Dra. Maria Beatriz Faria Endometriose / Oncologia ⠀
Clínica Synesis ⠀
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